quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Simples mente


Por Fora, racional.
Dentro,
In verso.

Fernanda Canoa.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"Quis morrer de novo, engoli outra rejeição - mas estou vivo e, sinto muito, vou continuar."
- Vou cuidar de mim. -

Caio Fernando Abreu.!

terça-feira, 27 de setembro de 2011



"Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor. Que viver um amor. Tantos amigos. Tantos lugares."

Caio.

domingo, 25 de setembro de 2011

Amigo de si mesmo.


"Amigar-se consigo também passa pelo que muitos chamam de egoísmo, mas será? Se você faz algo de bom para si próprio estará automaticamente fazendo mal para os outros? Ora! Faça o bem para si e acredite: ninguém vai se chatear com isso. Negue-se a participar de coisas em que não acredita ou que simplesmente o aborrecem.  Presenteie-se com boa música, bons livros e boas conversas. Não troque sua paz por encenação. Não faça nada que o desagrade só para agradar aos outros. Mas seja gentil e educado, isso reforça laços, está incluído no projeto "ser amigo de si mesmo".

Martha M.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Passou pela minha cabeça voltar, mas o vento balançou os meus cabelos e mostrou que o caminho é para frente, reto e sem curvas."

Caio!

terça-feira, 20 de setembro de 2011


Se por acaso morrer do coração, é sinal que amei demais.
Mas enquanto estou viva, cheia de graça, talvez ainda faça um monte de gente feliz.

Rita Lee.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Não espere pelo tempo [...]
porque o próprio tempo não espera por você. O tempo apenas flui, sereno ou severo, generoso ou egoísta, amigo ou inimigo. Faces que dependem do que você faz com ele. Afinal, o tempo, antes de ser números, horas, dias e anos, é uma construção dos seus atos. E não um fruto do acaso.
_
Juliana Caputo

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Das habilidades que o mundo sabe, essa ainda é a que faz melhor: dar voltas.

Caio F.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


"Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo."

Martha Medeiros.