"Se você soubesse como gosto de suas cheganças, você chegaria correndo todo dia."
Chico Buarque
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
"Eu tenho saudade de quando inverno era frio,
verão era calor e beijo na boca era namoro."
Tati Bernardi
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.
Aprendi que o Amor, e não o Tempo, é que cura todas as feridas.
Aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.
Aprendi que, é necessário um dia de chuva, para darmos valor ao Sol. Mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.
Aprendi que, perdemos tempo nos preocupando com fatos que, muitas vezes só existem na nossa mente.
Aprendi que, heróis não são aqueles que realizaram obras notáveis. Mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as consequências dos seus atos.
Aprendi que, o que faz diferença não é o que tenho na vida, mas Quem eu tenho.
Aprendi que, as pessoas mais queridas podem às vezes me ferir e talvez não me amem tanto quanto eu gostaria, o que não significa que não me amem muito,talvez seja o máximo que conseguem.
William Shakespeare
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A verdade é que eu sou intensa demais... e não há quem dê jeito nisso...!
Martha Medeiros
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
"da verdade não quero mais que a vida."
Fernando Pessoa
domingo, 23 de outubro de 2011
"Encha o peito com mais de trezentos suspiros, quando estiver bem levinho, solte as amarras e flutue."
Rita Apoena
"Compromisso" - É permitir que o outro entre na nossa vida.
É sonhar junto sem se sentir ameaçado, marcar um horário sem se sentir controlado, dividir o espaço sem se sentir invadido. Compromisso não é 'falta' de liberdade. Compromisso é o 'exercício' da liberdade de estar com alguém."
Eu já passei da idade de ter um tipo físico de homem ideal para eu me relacionar. Antes, só se fosse estranho (bem estranho). Tivesse um figurino perturbado. Gostasse de rock mais que tudo. Tivesse no mínimo um piercing (e uma tatuagem gigante). Soubesse tocar algum instrumento. E usasse All Star. Uma coisa meio Dave Grohl. Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito. Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara. Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo foda. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é diferente). Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez. Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO. Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO. Entenderam? Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido. Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução.É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios. Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio! Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos. Mas amar - ah, o amor! - AMAR É PUNK.
“(...) regras não servem pra mim. Não tenho vocação pra bailarina, tenho fobia de linha reta, tenho o corpo livre, o espírito solto, sou do mundo, das pessoas, das conquistas, das novidades, vou construindo fatos e lembranças nas esquinas. A vida que tem lá fora gritou e eu não ouvi. Agora me movo a passos curtos, ziguezagueando por entre mudas de flores recentes que querem ser botão.
Eu quero ser flor: quero terra viva que se mova e me faça mover.”
Verônica H.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
"Pra não pensar na falta, eu me encho de coisas por aí. Me encho de amigos, bares, livros, músicas."
Tati Bernardi.
domingo, 9 de outubro de 2011
"O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença."
Luiz Fernando Veríssimo.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Economiza-se muito em palavras, os gestos falam por si. Quer coisa melhor do que poder ficar quieto ao lado de alguém, sem que nenhum dos dois se atrapalhe com isso?
Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde. Mais poesia. Mais verdade. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca.